Uma jovem. Um Legado. E uma estação onde as folhas caem... Dakota herdou um destino que poucos gostariam de ter. Após a morte trágica de seu pai, ela é atacada pelos homens do reino em que vive, sendo salva por um desconhecido. A partir desse dia, ele a ajudará a desvendar as linhas tortuosas de seu passado e quebrar o impetuoso desequilíbrio e caos que ascende sobre o reino. Os céus mostram que a paz não será uma opção na aurora do amanhã e as legiões de escuridão se erguem inevitavelmente como a chegada da noite. Guerras épicas têm sido travadas durante os séculos, mas agora essas mesmas desavenças não serão reprimidas facilmente.
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Aviso rápido aos mortais: o blog está passando por outra reforma, então não se espantem com a "casa" um pouco bagunçada.
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No outono é sempre igual, as folhas caem no quintal. Só não cai o meu amor, pois não tem jeito, é imortal. Com essas palavras poéticas que marcaram toda uma infância e adolescência, começo as minhas primeiras impressões do primeiro livro da Duologia Outono.
Já começo falando que o autor é BR, minha gente, porque isso deveria ser motivo de orgulho em meio a tantos livros internacionais que tomam conta das prateleiras e estantes. Como se isso já não bastasse, o gênero é Fantasia; para ser mais específica, Alta Fantasia, então teremos muitos seres sobrenaturais na história, que é ambientada em um universo criado pelo escritor.
"Alta Fantasia ou Fantasia Épica (High Fantasy): trata de heróis predestinados e “maiores que a vida” como o conflito entre o bem e mal. Se desenvolvem em mundos completamente fictícios, alguns paralelos ao nosso próprio, onde o poder da magia é grande e a tudo permeia."
"O Legado do Outono" vem narrar a jornada de Dakota Wevesen, uma jovem camponesa que, graças aos infortúnios causados pela guerra (que, brace yourself, está apenas começando), perde os pais e, aos poucos, vai desvendando segredos que a envolvem e desafiam sua realidade pacata. Ela é uma menina inocente que tem seu mundo revirado, obrigada a ampliar sua visão a fim de suportar tudo o que a espera e que antes não passava de lendas. Tenso, não?
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| A linda da Dakota na capa diva do livro |
Nas primeiras 12 páginas disponibilizadas no site da editora Lotus, temos a visão de um reino em decadência graças ao seu soberano, o Rei Fraco, e uma ameaça iminente na figura de Iguory (que só saberemos mais sobre com o desenrolar da história, é claro). Enquanto isso, Dakota vive em uma vila chamada Fairquaste; tudo bem fofo e tranquilo até o caos tomar conta do lugar, com direito a um dragão (sinta a pressão!). Felizmente a mocinha recebe a ajuda de um desconhecido que a salva antes que sua jornada seja interrompida cedo demais. Dakota é uma personagem que precisará passar por um longo amadurecimento, porque as coisas, claramente, só irão piorar.
No prólogo da história, senti uma influência forte de As Crônicas de Gelo e Fogo, mas apenas isso. O autor soube aproveitar o que importa e seguiu o próprio caminho. A escrita é leve e as descrições são muito bem feitas. Os personagens secundários também chamam atenção, pois carregam seus próprios mistérios e não estão lá só para servir de suporte à personagem principal, o que enriquece toda a trama.
Tem fantasia, romance, ação e dragões (sim, porque dragões são seres muito divos e contam ponto). Para o primeiro livro do moço Vitor M. Santos, ele está de parabéns e mal posso esperar para ter O Legado do Outono em mãos para fazer a resenha.
Tem fantasia, romance, ação e dragões (sim, porque dragões são seres muito divos e contam ponto). Para o primeiro livro do moço Vitor M. Santos, ele está de parabéns e mal posso esperar para ter O Legado do Outono em mãos para fazer a resenha.
Ficou a fim de ler o início? Então segura aqui (essa marimba) esse link e divirta-se!



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