sábado, 31 de maio de 2014

Matar ou não Matar, eis a questão!

Hey (listen)! Como estão?

Hoje eu resolvi trazer um tema que tem me deixado levemente encucada. O fato do número de mortes nos livros estarem aumentando. Até pouco tempo atrás, quando o personagem principal de um livro morria, todos ficavam irados com o (a) autor (a) e nem era algo frequente.


Agora é difícil você achar um livro em que ninguém morra, independentemente do gênero. Parece que virou uma obrigatoriedade (em distopias, então...) para que o livro seja bom. Dizem que a morte na história dá a ideia de realismo e eu concordo. Contudo, a morte deve ser algo que tenha sentido. Ou seja, não é matar por matar.

Um exemplo de autor que dá sentido às suas mortes é o G. R. R. Martin. Ele mata diversos personagens (de forma impiedosa), mas há um sentido por trás. Suas mortes acabam desencadeando eventos futuros. Ele não mata pelo “drama” e para arrancar lágrimas desnecessárias. Isso sim é realismo.


Suzanne Collins também matou muitos personagens em Jogos Vorazes e, assim como Martin, as mortes tiveram um propósito.




J. K. Rowling, então, usou uma metralhadora para acabar com diversos personagens queridos, mas também explicou a morte de cada um deles.




       Agora, será que algumas mortes são realmente necessárias? Ou só estão lá para criar um drama(lhão)? 

       Apenas um desabafo...

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