Hey (listen)! Como estão?
Hoje
eu resolvi trazer um tema que tem me deixado levemente encucada. O fato do
número de mortes nos livros estarem aumentando. Até pouco tempo atrás, quando o
personagem principal de um livro morria, todos ficavam irados com o (a) autor (a) e nem era algo frequente.
Agora
é difícil você achar um livro em que ninguém morra, independentemente do gênero.
Parece que virou uma obrigatoriedade (em distopias, então ...) para que o livro seja bom. Dizem
que a morte na história dá a ideia de realismo e eu concordo. Contudo, a morte
deve ser algo que tenha sentido. Ou seja, não é matar por matar.
Um
exemplo de autor que dá sentido às suas mortes é o G. R. R. Martin. Ele mata
diversos personagens (de forma impiedosa), mas há um sentido por trás. Suas mortes acabam
desencadeando eventos futuros. Ele não mata pelo “drama” e para arrancar lágrimas desnecessárias. Isso sim é
realismo.
Suzanne
Collins também matou muitos personagens em Jogos Vorazes e, assim como Martin, as mortes tiveram
um propósito.



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