Autores(as): James Patterson
Editora: Novo Conceito
Número de Páginas: 288
Ano de Lançamento: 2013
Sinopse:
"É como entrar em um pesadelo. Do nada, você é retirado de sua casa, preso, e acusado de bruxaria. Parece século 17, mas é o governo da Nova Ordem, e está acontecendo agora!
Sob a ideologia da Nova Ordem, O Único Que É O Único mantém seu poder à força, sem música, nem internet, nem livros, arte ou beleza. E ter menos de 18 anos já é motivo suficiente para que você seja suspeito de conspiração.
Os irmãos Allgood estão encarcerados nesse pesadelo e, para escapar desse mundo de opressão e medo, terão que contar um com o outro e aprender a usar a magia.
Do autor best-seller James Patterson, Bruxos e Bruxas é uma saga para se ler... antes que seja tarde."
Honestamente, fiquei pensando em
como definir esse livro antes de fazer a resenha. Quando o comprei, ele veio
acompanhado de muitas expectativas. Bruxaria, magia... Sempre foram temas que
me atraíram desde pequena, por isso comprei o primeiro livro da saga. Infelizmente, todas as
minhas expectativas caíram do precipício logo nos primeiros capítulos.
A história é contada do ponto de
vista de dois adolescentes: Whit e Wisty Allgood. Os dois são retirados de sua
casa à força e presos numa instituição – um “reformatório” – da Nova Ordem, onde
são tratados feito lixo, acusados de bruxaria e sentenciados à morte por
enforcamento.
E eles, realmente, tem dons. Porém,
esses dons parecem mais saídos de uma revista de super heróis do que de uma
história de bruxos. Logo no início, quando os dois acordam no meio da noite, com
a porta deles sendo arrombada – e não, não é o Hagrid que entra -, e Wisty está
para ser capturada e acaba demonstrando o seu primeiro dom:
invisibilidade.
Infelizmente, como não sabe
controlá-los ainda – e nem tinha ideia de que possuía algum dom –, ela acaba
voltando a ficar visível e é capturada. Seus pais parecem saber exatamente o
que está acontecendo, mas não têm a chance de explicar nada. Apenas entregam um
livro para Whit e uma “baqueta” para Wisty.
Nesse mesmo momento, temos a
aparição d’O Único que É O Único (uma tentativa de ficar parecido com “Você-sabe-Quem”?). Ele é o grande chefe da Nova Ordem e fica mais do que claro que esse homem
têm poderes mágicos. Estes tornaram-se abomináveis para a sociedade – de um dia
para o outro, pelo visto -, então, por que ninguém fica contra O Único que É O
Único?! Controle de mentes, talvez?
De qualquer modo, Wisty e Whit
continuam demonstrando várias habilidades ao longo do livro (telecinese, pirocinese,
eletrocinese e por aí vai).
As coisas que mais irritaram no
livro foram: A falta de explicações – Em nenhum momento eles explicam como a
Nova Ordem apareceu, dando a entender que surgiu do dia pra noite – ou que
Wisty e Whit são dois alienados por não notarem nada; A superficialidade dos
personagens – Wisty e Whit não parecem duas pessoas que poderiam existir na
vida real, que ficam mais impressionados com seus poderes do que com o fato do
seu país, ou toda a Terra estar sendo tomada por uma ordem político-social que
remonta a Idade das Trevas.
A narração é confusa, especialmente
no início, deixando várias suposições para o leitor(a). O livro com muitas
perguntas ainda no ar. O autor poderia ter recorrido a outros artifícios, caso
seu desejo fosse deixar os leitores intrigados.
Tirando todos os aspectos negativos,
é um livro engraçado em alguns pontos e a história não é ruim, apenas mal
trabalhada, até agora. Se você deixar de lado as expectativas e comparações, pode
ser um livro pra se passar a tarde lendo, caso esteja entediado e sem nada para fazer.

Olá, Yasmin. Eu achei esse livro bastante infantil... Tudo o que eu esperava que tivesse, não teve... Bastante "sem sal"...
ResponderExcluirBeijo, Miguel. Parágrafos e Capítulos.
Exatamente, Miguel. Também esperava algo completamente diferente. Em vários momentos parecia que o autor estava narrando a história para crianças, especialmente quando se tratava do comportamentos dos irmãos.
ExcluirBeijos, e obrigada por comentar ^^